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DIÁRIO DE CUIABÁ

Perícia da morte de PMs será Realizada ainda este mês

Quinta, 10 de agosto de 2017, 15h13

JOANICE DE DEUS
Da Reportagem

Determinada há cerca de três meses pela Justiça de Mato Grosso, a reconstituição do crime que resultou nas mortes do policial militar Élcio Ramos, de 29 anos, e de André Luiz de Oliveira, 27, em agosto de 2016, no Bairro CPA III, em Cuiabá, deve ser realizada ainda neste mês.

A simulação dos fatos foi solicitada pela defesa de um dos envolvidos no caso, que segundo a Polícia Civil, ainda não apresentou os quesitos ou dúvidas que deseja dirimir durante o procedimento. A reconstituição é feita pela Perícia Técnica do Estado (Politec/MT) com a participação da Polícia Civil.

Por meio da assessoria de imprensa, a Polícia Civil informou que o caso é complexo até por envolver muitas pessoas e é preciso estudar ou analisar a forma de como a reprodução será feita, o que inclusive, já foi trabalhado pela Perícia e a juíza Maria Aparecida Ferreira Fago, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, que determinou a reconstituição do crime.

A assessoria de imprensa da PC informou também que na semana passada foi realizada uma reunião para definição da data, mas que isso ainda depende da apresentação por parte da defesa sobre as suas dúvidas em relação ao caso. O pedido de reconstituição foi feito pela defesa do major da PM, Waldir Félix de Oliveira Paixão Júnior, 34 anos, denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) como o autor dos disparos que mataram André de Oliveira.

“Com todo o respeito que reservamos a autoridade policial que presidiu os trabalhos do inquérito policial que [...], entendemos que a reprodução simulada dos fatos deveria ter sido efetivada, para que fossem trazidas à baila informações importantíssimas do modo que os fatos noticiados aconteceram”, argumenta a defesa.

Assim, a juíza acolheu o pedido sob o argumento de que o procedimento poderá elucidar os fatos e evitar questionamentos futuros. O MPE se manifestou contrário ao pedido da reconstituição dos fatos. Os assassinatos ocorreram em agosto do ano passado. Conforme as denúncias, os militares investigavam uma suposta venda de armas no CPA III, quando foram surpreendidos pelos irmãos, que sacaram uma arma e dispararam contra o PM Élcio Ramos. Ele foi atingido ao entrar em luta corporal com um dos jovens.

Após a morte do policial, André Luiz se escondeu em uma quitinete. Cerca de uma hora e meia de buscas, ao ver que ia ser encontrado, ele abriu a janela da casa onde estava escondido e se rendeu. Nisso, teria chegado o major Waldir Félix, que determinou a evacuação da área. “Criado o cenário favorável, apenas com testemunhas policiais militares, o acusado executou André com dois disparos de pistola ponto 40”, aponta o MPE. O irmão de André Luiz, Carlos Alberto Oliveira, de 31 anos, está preso desde a ocasião.

 
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Por Mauro Viveiros: Procurador de Justiça titular da Procuradoria Criminal Especializada na área de Crime Organizado, Mestre em Direito pela UNESP, Doutor em Direito Constitucional pela Universidade Complutense de Madrid e Especialista em Estudos sobre o Crime Organizado pela Universidade de Salamanca-ES.
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